A avaliação de Impactos Ambientais é uma poderosa ferramenta de gestão ambiental quando integrada com outros instrumentos de planejamento regional e com políticas públicas, como os planos diretores, os zoneamentos ecológicos econômicos, a legislação ambiental e os planos de governo. No Brasil ainda tem sido alvo de interesses políticos e de grupos econômicos dominantes transparecendo a fragilidade de todo um sistema de organização do território. Em que medida o Estudo de Impacto Ambiental, o Relatório de Impacto Ambiental e os Programas Básicos Ambientais não estão impregnados pela lógica dos meios de produção vigente, quando continuam sendo um documento meramente burocrático? Em que medida a sociedade local participa de fato da tomada de decisões? Como a sociedade percebe as externalidades produzidas pelos grandes empreendimentos impactantes? Os empreendimentos já incorporam discursos sustentáveis? Abaixo, alguns elementos básicos norteando estas questões:
sábado, 10 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Sociedade de Risco & Ecologia Política
Em tempos de programas governamentais e de grandes corporações unidos para promover a insensata acelaração do caos, a Avaliação de Impactos Ambientais surge no centro das discussões buscando espaço entre as políticas públicas e refletindo sobre a urgente necessidade de revisar seus fundamentos e princípios. Aqui você vai encontrar alguns artigos e manuscritos interessantes para iniciar-se no entendimento deste poderoso instrumento de gestão ambiental, sua base epistemológica, histórico, métodos, técnicas, instrumentos e legislação aplicada. À luz do pensamento complexo, a Avaliação de Impactos Ambientais toma dimensão estratégica para o envolvimento local e regional por meio da gestão participativa.
Para começar a compreender o tema, nada melhor do que estudar a sociedade de riscos, o princípio da precaução e a ecologia política:

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